Estudos apontam que a música pode afetar sua vida amorosa

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musicaQue a música pode afetar nosso humor todos sabemos, mas você sabia que ela também pode influenciar no seu desejo? Pois é, a música pode afetar nosso cérebro de diversas maneiras emocionais, como alegria, tristeza, reflexão e também sexualmente.

Estudos explicam

Robert Zatorre, professor de neurologia e neurocirurgia no Instituto Neurológico de Montreal descobriu que seu cérebro libera dopamina, o hormônio do prazer, quando você estiver ouvindo música e o sexo também ativa a liberação de dopamina. Portanto, matemática simples conclui que sexo e música combinam, deixando você bem animado.

De acordo com um estudo feito pelo Dr. Francesa Dillman Carpentier, um professor da Universidade da Carolina do Norte, músicas com letras sugestivas sexualmente podem desempenhar um resultado na forma como nossos interesses românticos agem. No estudo, os participantes foram divididos em dois grupos. Um grupo ouviu a música sexualmente provocante, enquanto o outro ouvia música não-sexual. Em seguida, os participantes foram perguntados sobre o perfil de suas (seus) namoradas (os). O estudo descobriu que as pessoas que ouvem música sexualmente provocantes apontaram características físicas de suas parceiras e os que ouviram músicas não-sexuais, apontaram características de personalidade.

Na França, pesquisadores usaram jovens do sexo feminino entre 18 e 20 anos de idade divididos em dois grupos. Um deles, foi exposto à música com tons românticos, enquanto o outro para os sons mais neutros. Minutos depois, os rapazes que estavam trabalhando na pesquisa pediram às mulheres de ambos os grupos os seus números de telefone. Verificou-se que as mulheres que foram expostas a música romântica eram mais propensas a dar o seu número ao contrário das mulheres do outro grupo.

Será?

Sinceramente, é cada estudo, não é? Na verdade, não sei exatamente até que ponto o resultado destes estudos podem se tornar efetivos e determinar algo de fato. Fica para opinião de cada um. O que você acha?

Fernando Cunha ©

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