Fernando Cunha lança Instagram profissional com 21 anos de carreira

Desde os tempos de caderno escolar, escrever sempre foi o meu jeito de entender o mundo. Duas décadas depois, resolvi reunir essa trajetória em um só lugar: o Instagram profissional @fecunhajornal.

Um Instagram profissional com 21 anos de jornalismo

O perfil nasceu como uma espécie de portfólio vivo. Nele estão registros da minha atuação como jornalista desde 2005 e, mais recentemente, como escritor: fotos, textos, matérias, vídeos, áudios, entrevistas, rádio, podcast, jornais, revistas, notícias, eventos e coberturas, além de conteúdos sobre os meus livros.

O material está organizado em ordem mais ou menos cronológica, para que quem chegar possa acompanhar a história como ela aconteceu, do começo até aqui.

Da escola aos blogs: como começou a trajetória do jornalista Fernando Cunha

Aos 12 anos, eu já escrevia nos cadernos da escola textos ingênuos sobre comportamento, o mundo e a vida. Com o tempo, vieram dezenas de blogs pela web, onde publiquei crônicas, artigos e poemas. Leitor voraz de jornal todas as manhãs desde a adolescência, escolhi o jornalismo como profissão.

2005: Rádio IPA, “Bola Murcha” e “Caverna do IPA”

A carreira começou em 2005, ainda na faculdade de Jornalismo do IPA (Metodista do Sul). Naquele ano, o e-book “Eco Digital” recebeu o prêmio de Mídia Eletrônica no IV Prêmio de Responsabilidade Ambiental, do Instituto Latino-Americano de Proteção Ambiental Borboleta Azul.

Também em 2005 entrei como voluntário na Rádio IPA, onde fiquei até 2008 e tive dois programas. O Bola Murcha falava de futebol. Já a Caverna do IPA era o espaço em que eu fazia entrevistas, tocava músicas e trazia notícias sobre rock e heavy metal. Foi ali que aprendi a escrever roteiros, editar áudio e conversar com o público.

Do estágio na Metroplan à Odebrecht: jornalismo institucional e comunicação interna

Entre 2007 e 2009, estagiei na Metroplan, fundação estadual de planejamento metropolitano e regional, com matérias, jornal interno, fotos, diagramação e cobertura de eventos. Formei-me em Jornalismo em 2009.

Naquele mesmo ano, assumi a função de jornalista responsável pela comunicação da obra de extensão norte da Linha 1 da Trensurb, no consórcio liderado pela Odebrecht. Fiquei de 2009 a 2013, cuidando do jornal interno, das campanhas de endomarketing, da assessoria de imprensa e do material gráfico da obra. Em paralelo, entre 2010 e 2011, tive a minha própria empresa, a Fala Mídia Assessoria de Comunicação.

Jornais, revistas e portais: GERAmigos, Web Global, Business Review e Nova Família

De 2012 a 2014, fui o jornalista responsável pelo jornal GERAmigos, nas edições Zona Sul e Zona Norte de Porto Alegre, da pauta à diagramação. Em 2013, passei a coordenar comunicação e conteúdo na Web Global e no portal Web Ar-Condicionado, o maior do país no setor de climatização, função que exerci até 2017 e que incluiu a revista impressa e digital do portal.

Nesse período, também fui colunista e repórter das revistas Business Review Brasil (2014 e 2015) e Nova Família (2014 a 2016).

Livros do escritor Fernando Cunha: Ipanema Blues e Palavras Que Habitam o Pensar

Em 2016, estreei na literatura com o romance Ipanema Blues, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre. A história acompanha o jovem idealizador Guilherme e passeia por amizade, amor, boemia, sonhos, encontros e desencontros, ao som de uma ótima trilha sonora. O livro teve boa aceitação, recebeu resenhas dos amigos jornalistas Janio Ayres e Ana Paula Megiolaro e foi tema de matérias no Terra, Estadão, Jornalecão, entre outros.

Em 2021, veio Palavras Que Habitam o Pensar, uma compilação de artigos, crônicas e poemas sobre comportamento, amor e relacionamento. O livro teve resenhas dos amigos jornalistas Felipe Machado, editor de cultura da revista IstoÉ, analista de cultura do canal Times Brasil e guitarrista do Viper, e Alexandre Paz, repórter da RBS TV. O livro foi foi tema de matérias no Correio do Povo, Jornal do Comércio, Portal Coletiva.net, entre outros. Na introdução, escrevi um texto que resume bem o que penso sobre o ofício:

“Todos nós somos a vida, o mundo e a energia.
O que importa em nossa existência são as mensagens que dividimos com as pessoas.
Para isso que serve a arte, a literatura e a música, para contribuir com o seu humano, para compartilhar conhecimentos, experiências e esperança. Esse é o nosso papel!”

2018 até hoje: jornalista autônomo, produtor de conteúdo e ghost writer

Desde 2018, atuo como jornalista autônomo, escrevendo matérias e textos para sites, blogs de notícias, revistas e projetos institucionais e empresariais. Entre os clientes, estão Frigelar, WebGlobal e WebArCondicionado, além das revistas Nova Família, da edição brasileira da Business Review, entre outros. Também produzo conteúdo para sites de nichos específicos e atuo como ghost writer de obras literárias, técnicas e biográficas.

Em 2017, recebi o Certificado de Amigo do Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos, da biblioteca da Trensurb, entregue a quem contribui com a democratização da leitura.

Caos Podcast: jornalismo, música, esporte e boas conversas

Em 2021, junto dos amigos Daniel Moura e Matheus Gomes, coloquei no ar o Caos Podcast, gravado nos estúdios da ProHub. Foi uma temporada de 15 episódios que misturou jornalismo, esporte, música, cultura, entretenimento, tecnologia e empreendedorismo. Três episódios foram só nós três (o de apresentação, o “Caos Total” e a retrospectiva) e os outros 12 tiveram convidados que agregaram muito ao bate-papo:

Alison Salles, empresário e cabeleireiro;
Andréa Cavalheiro, cantora e atriz;
Daniel Franco, ex-jogador de futebol e atualmente técnico;
Francis Cassol, baterista com passagens por Scelerata, Rage In My Eyes e Paul Di’Anno, hoje baterista de Graham Bonnet, ex-vocalista do Rainbow;
Hans Ancina, da Rádio 92 e do Grupo RBS;
Hique Gomez, músico do Tangos e Tragédias;
João Derly, bicampeão mundial de judô;
Kelly Matos, da RBS, Rádio Gaúcha e ZH;
Mauro Borba, radialista com história em Ipanema, Pop Rock, Mix e 102FM, do Grupo RBS;
Mateus Palermo, especialista em investimentos e educação financeira;
Rafael Colling, da Rádio Gaúcha;
Rogério Beretta, ator de Homens de Perto.

Os episódios estão no YouTube do Caos Podcast, no Spotify e no Deezer.

De volta ao rádio: participações no Esporte e Cia, da Rádio Gaúcha

O rádio, onde tudo começou, segue presente. Por vezes, tenho o prazer de participar como convidado do programa Esporte e Cia, do amigo Rafael Colling, na Rádio Gaúcha.

Dois lançamentos em 2026: Ipanema Blues revisitado e Palavras Que Habitam o Pensar 2

O Instagram também serve para preparar os leitores para o que vem por aí. Ainda em 2026, lanço dois livros.

O primeiro é uma nova versão de Ipanema Blues, em edição comemorativa de dez anos do lançamento. A história é a mesma, mas revisitada, ampliada e aperfeiçoada. O segundo é Palavras Que Habitam o Pensar 2, que dá continuidade às reflexões do primeiro volume.

Formação: jornalista com duas pós-graduações concluídas em 2026

Além da graduação em Jornalismo, concluí neste ano de 2026 duas pós-graduações, em Gestão de Negócios Digitais e em Marketing Digital. A combinação reflete o caminho que venho trilhando: unir a essência do jornalismo, que é apurar, escrever e contar boas histórias, ao universo digital, onde essas histórias encontram o público.

Siga o @fecunhajornal

Quem quiser acompanhar a trajetória, os bastidores e as novidades pode seguir o perfil em instagram.com/fecunhajornal. Por aqui, no fecunha.com.br, continuo publicando matérias, textos e registros.

Sobre Fernando Cunha

Jornalista e escritor, formado em Comunicação Social – Jornalismo e pós-graduado em Gestão de Negócios Digitais e Marketing Digital, Fernando Cunha atua na área desde 2005. Passou por Rádio IPA, Metroplan, Odebrecht, GERAmigos, Web Global e Web Ar-Condicionado, escreveu para as revistas Business Review Brasil e Nova Família e é autor de Ipanema Blues (2016) e Palavras Que Habitam o Pensar (2021). Foi um dos criadores do Caos Podcast (2021), participa como convidado do Esporte e Cia, na Rádio Gaúcha, e prepara dois novos livros para 2026.

Texto de Fernando Cunha ©

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